sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ciências Exatas com Educação Ambiental.

Esta linha do Laboratório Móvel objetiva a capacitar pessoas para interpretar fatos, fenômenos e processos naturais, através do dimensionamento da interação do ser humano com a natureza, por atividades alternativas de ensino e técnicas de educação ambiental.
Utilizar experimentação no aprendizado de conceitos das ciências exatas, correlacionado à educação ambiental, pré ordena-se um desenvolvimento de raciocínio crítico-científico. Junto à contextualização sócio-ambiental, por meios de procedimentos mais dinâmicos que permitam a participação interativa dos alunos, as ciências exatas, apesar de classicamente taxadas como disciplinas de difícil aprendizado, podem se tornar interessantes e instigantes.
Correlacionando situações do cotidiano com o meio ambiente, de forma coerente e simplificada, é possível fomentar discussões como mitigação de impactos ambientais, camada de ozônio, fabricação de bombas atômicas entre outros. Vários conceitos das ciências exatas podem ser desenvolvidos ou consolidados com base em experimentos simples. Utilizando materiais de fácil aquisição, explica-se, por exemplo, o comportamento da atmosfera em relação às diferentes frequências de energia radiante, ou seja, o que é o aquecimento global.

FÍSICA, MATEMÁTICA E QUÍMICA É TUDO DE BOM
Por: Ana Flávia

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

“Conchas & CIA”, a percepção do ambiente como ferramenta de Educação Ambiental (um sub-projeto vinculado ao projeto Laboratório-Móvel)

O principal objetivo do sub-projeto “Conchas & CIA” é trabalhar a percepção ambiental e estimular a interação de professores e estudantes com o meio natural onde estão inseridos. Isto é possível através do contato direto das pessoas com os animais, as plantas e os minerais encontrados na região litorânea e, também dos Sambaquis que são importantes testemunhos das relações pretéritas do homem com a natureza. Além de aprenderem noções sobre aulas de campo, coletas de materiais, montagens de coleções, classificação de espécimes biológicos, identificação dos grandes reinos biológicos e outras atividades; professores e alunos podem entender melhor a evolução geológica, histórica e cultural da planície litorânea, num contexto de ocupação ao longo de muitos séculos. Este processo educativo funciona como disseminador do conhecimento das relações e interdependências do ser humano com os elementos da natureza. O projeto conta com um material de apoio, criado para desenvolver atividades educacionais com as escolas, constituído por uma coleção didática de mais de 400 peças, que pode ser mobilizada até a instituição. Possui também quatro apresentações em meio digital intituladas: ”Coleções biológicas como ferramenta de conhecimento da Biodiversidade”, “Sambaquis, a pré-história do litoral paranaense”, “Cultura Caiçara”e “Um Passeio pela Fauna e Flora de nosso litoral”. Também está em fase de construção um vídeo educativo, que visa documentar através de entrevistas com antigos moradores, assuntos como Fandango, Bandeira do Divino, farinheiras, pesca artesanal, construções de canoas, estórias e lendas narradas pelos próprios entrevistados. A importância da continuidade do trabalho está em criar laços afetivos entre as pessoas do lugar e o meio natural. Um dos grandes desafios deste trabalho com educação ambiental e conservação é buscar o uso racional e adequado dos recursos, reduzindo a degradação sócio-ambiental através de vínculos entre ser humano e natureza


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alunos de escolas da região visitando o laboratório


por: Marcos de Vasconcellos Gernet